Após reduzir violência doméstica em Registro, Patrulha atuará em Miracatu (G1/ Santos e Região – 02/11/2015)

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PM bigênero vai atuar na segurança das vítimas com medida protetiva. Serviço já foi iniciado com sucesso em Registro, Iguape e Ilha Comprida

A Patrulha Doméstica será implantada em Miracatu, cidade do Vale do Ribeira, no interior de São Paulo. A iniciativa foi criada a partir da ideia de um policial militar e diminuiu, em três meses, cerca de 60% dos registros de casos de violência doméstica em Registro.

Policiais da Patrulha Doméstica, em Miracatu (Foto: Divulgação/Polícia Militar)

Policiais da Patrulha Doméstica, em Miracatu (Foto: Divulgação/Polícia Militar)

De acordo com informações da Polícia Militar, a PM em Miracatu iniciará, em novembro, a nova ação de polícia ostensiva preventiva, que atuará no combate à violência doméstica e familiar que vitimiza especialmente as mulheres. O serviço foi iniciado em maio em Registro e em setembro em Iguape e Ilha Comprida.

O Capitão PM William destaca que a implantação da Patrulha contra a violência doméstica se tornou possível graças ao perfeito entrosamento entre a Polícia Militar, Poder Judiciário e Ministério Público.

Patrulha Doméstica

Composta por um policial militar masculino e uma policial feminina, a Patrulha Doméstica começou a operar no dia 13 de maio, em Registro. “A ideia é unir a força física masculina e a facilidade de aproximação das mulheres”, disse Marlon Torres Ananias de Jesus, comandante da 1ª Companhia do 14º Batalhão de Polícia Militar do Interior, que idealizou a ação.

Além das visitas às famílias, os policiais também alertam o agressor sobre esse acompanhamento, e os riscos e penalidades a que estará sujeito, caso descumpra o estabelecido na Medida Protetiva de Urgência. Somente mulheres ou famílias sob proteção da medida cedida pelo Judiciário podem solicitar a Patrulha Doméstica. “Quando a pessoa recebe a medida protetiva, é enviado um comunicado ao Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), que por sua vez avisa a Polícia Militar”, explica Torres.

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