Casa da Mulher Brasileira de Curitiba estabelece colegiado de gestão compartilhada

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(Pref. Curitiba – 20/06/2016) Representantes dos diversos serviços implantados na Casa da Mulher Brasileira se reuniram na tarde desta segunda-feira (20), para instalar o Colegiado Gestor da Casa. A reunião foi conduzida pela secretária municipal da Mulher, Roseli Isidoro, que fez uma explanação das principais diretrizes que vão nortear o atendimento às mulheres em situação de violência. “O colegiado gestor é um espaço democrático, no qual representantes dos serviços instalados na casa se reúnem para tratar de assuntos que lhe são pertinentes de forma coletiva. No Colegiado, todas as decisões são tomadas de forma compartilhada entre pessoas com igual autoridade, de forma ética e transparente”, explica Roseli.

Casa da Mulher Brasileira de Curitiba_Cesar Brustolin SMCS

Roseli Isidoro Secretaria Municipal Extraordinária da Mulher, participa de reunião na Casa da Mulher Brasileira. Curitiba, 20/06/2016 – Foto: Cesar Brustolin/SMCS

A Casa da Mulher Brasileira de Curitiba funcionará 24 horas por dia, de domingo a domingo. Localizada na Avenida Paraná, 870, no bairro Cabral, perto do terminal de ônibus, a unidade tem 3,4 mil metros quadrados de área construída, num terreno de aproximadamente 8 mil metros quadrados. O espaço reúne os serviços de recepção, acolhimento e triagem da Delegacia da Mulher; Juizado de Violência Doméstica e Familiar; do Ministério Público; Defensoria Pública do Estado, além dos serviços realizados por psicólogas e assistentes sociais da Prefeitura de Curitiba; brinquedoteca e espaço de cuidado das crianças, alojamento de passagem, de promoção de autonomia econômica, e da Patrulha Maria da Penha da Guarda Municipal de Curitiba.

A mulher que sofrer qualquer tipo de violência em Curitiba encontrará na Casa serviços especializados que, juntos, completam um ciclo de atendimento, promoção e garantia de direitos. É a resposta de Curitiba, do estado e governo federal, de que a violência contra as mulheres não pode ser naturalizada e sim tratada como uma questão de segurança, justiça, educação, assistência social e saúde pública.

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