Casa da Mulher de Criciúma recebe vítimas de violência (Portal SATC – 07/04/2015)

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Espaço é uma alternativa para quem não tem onde ir e não pode ficar com o agressor. Em 2015, uma mulher já usou a casa.

A Casa da Mulher de Criciúma, local que acolhe mulheres que sofrem agressão e não tem onde se abrigar, é um espaço público. Conforme a coordenadora de proteção especial do Conselho Municipal do Direito da Mulher, Mariane Peruch, a residência faz parte da rede de atendimento às vítimas.

“As mulheres que chegam até aqui são encaminhadas por dois métodos. Um deles é por meio da assistente social e psicóloga do Creas. Após denúncia, é realizado a análise de cada caso, se haver precisão e a mulher aceitar, elas são encaminhadas para o Abrigo da Mulher”. O outro é via judicial.

Em 2015, uma única mulher utilizou a casa. “Ela ficou lá apenas um dia. Não existe tempo para se hospedar. Elas ficam até se sentirem seguras ou até ganharem a medida protetiva. Há situações que elas chegam a ficar seis meses. O máximo até hoje foi de um ano”, conta.

Conforme a coordenadora, a casa serve apenas para hospedagem, mas o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) realiza atendimento psicossocial e outros órgãos colaboram com outras atividades.

“Já a parte de alimentação, produtos de higiene, ida ao médico e levar as crianças para escola é bancado pela Prefeitura”, informa.

Hoje a casa conta com um segurança que atua em plantões e o ambiente possui quatro quartos que servem como abrigo. Por se tratar de um espaço para o acolhimento das mulheres vítimas de violência, seu endereço não é divulgado.

Fillipy Pirolla

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