CJM participa de evento em que foi apresentada a cartilha de enfrentamento da violência doméstica (TJDFT – 16/03/2016)

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O Centro Judiciário da Mulher do TJDFT – CJM/TJDFT participou, nessa terça-feira, 15/3, da Tarde de Cultura e Lazer, realizada no Cine Brasília, ocasião em que foi divulgada a Cartilha “Vamos Conversar? – Cartilha de Enfretamento da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher”. O evento é fruto de uma parceria do TJDFT, por intermédio do CJM, com a PCDF, por intermédio da DEAM. Contou com representantes da Secretaria de Segurança do GDF, da Polícia Civil do DF e da Defensoria Pública do DF.

Tarde de Cultura e LazerAo dirigir-se ao público presente, o Juiz Ben-Hur Viza, titular do Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher do Núcleo Bandeirante, explicou as diferentes formas de violência tipificadas pela Lei Maria da Penha. Esclareceu que não somente a agressão física é violência, mas também a psicológica, moral, sexual e patrimonial. Lembrou que, às vezes, a mulher está vivendo uma situação dessas e não tem a consciência de que está sofrendo violência, o que pode ser elucidado pela Cartilha.

Na plateia, 500 pessoas, entre elas mulheres do Gama, Sol Nascente, Brazlândia, Itapoã, Paranoá, Candangolândia e Núcleo Bandeirante assistiram ao longa metragem “Dissecando Antonieta”, da cineasta Betse de Paula, e a um vídeo sobre Redes de Proteção, apresentado pela Polícia Civil. Em seguida, foi realizado um debate com a cineasta e a atriz protagonista do filme. O evento contou com o patrocínio da Assejus, do Laboratório Sabin e da Caesb.

Sobre a Cartilha

A Cartilha, realizada pelo TJDFT em parceria com a Defensoria Pública do DF, GDF, MPDFT e ONU Mulheres, é feita em quadrinhos e aborda o tema da violência doméstica em linguagem simples e bastante didática. O objetivo da publicação é expor as várias formas de violência, apresentar a legislação voltada para a garantia dos direitos das mulheres e os serviços de atendimento com os quais elas podem contar. A publicação pretende, também, estimular a reflexão sobre o assunto, visando à desnaturalização da violência de gênero.

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