Coletiva explica a ajuda do DNA na solução de estupros (Goias Agora – 29/03/2016)

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterEmail this to someone

O Laboratório de Biologia e DNA Forense da Superintendência de Polícia Técnico-Científica de Goiás, ao solucionar casos de estupro por meio do sistema integrado de banco de dados de DNA, torna-se referência para outros estados. Para apresentar um recente caso em que o exame combinou, ou seja, as amostras testadas correspondem, ‘match’, em inglês, e explicar a igualdade a que chegaram os peritos criminais do Laboratório de Biologia e DNA Forense, a superintendente de Polícia Técnico-Científica, Rejane Barcelos, recebe a imprensa no Instituto de Criminalística logo mais as 9 horas.

Trata-se de um crime de estupro de uma menina de 12 anos que foi elucidado pela superintendência da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária. Desta vez, o resultado de análises de amostras encontradas no corpo de uma criança estuprada foi inserido no banco de dados do Estado e imediatamente o sistema acusou que havia perfil genético com resultado semelhante de um interno da Penitenciária Odenir Guimarães, em Aparecida de Goiânia.

Trata-se do terceiro caso de correspondência de DNA, match, do Laboratório de Biologia e DNA Forense do Estado de Goiás. A superintendente da Polícia Técnico-Científica afirma que dificilmente este crime seria solucionado sem o trabalho dos peritos e o sistema integrado de banco de dados de DNA, que reúne e agrega as informações dos bancos de vários estados.

O autor desse estupro havia cometido dois assaltos e dois estupros antes e teve o seu perfil genético registrado no banco de dados a pedido de um juiz em 2014. Outros dois casos de estupro foram elucidados no ano passado graças ao trabalho do Laboratório de Biologia e DNA, um dos vários laboratórios da Polícia Técnico-Científica da SSPAP.

Mais informações: (62) 3201-1004 e 3201-1055

Acesse no site de origem: Coletiva explica a ajuda do DNA na solução de estupros (Goias Agora – 29/03/2016)