Delegacias de Defesa da Mulher de São Paulo e as instituições: paradoxos e paralelismos, por Maria Filomena Gregori

Através da análise sobre as noções que têm sido empregadas para qualificar a violência em relações interpessoais marca das pela dissimetria de poder baseada em gênero – violência contra a mulher, violência conjugal, violência doméstica, violência familiar e, finalmente, violência de gênero – o artigo de Maria Filomena Gregori – “Delegacias de Defesa da Mulher de São Paulo e as instituições: paradoxos e paralelismos” – examina tais interações. Ao mapear o significado de cada uma dessas expressões, o texto analisa os  desdobramentos semânticos que foram ocorrendo na arena institucional da noção de violência contra a mulher, buscando entender suas implicações no atendimento oferecido.

Extraído da Apresentação do livro Gênero e Distribuição da Justiça: as delegacias de defesa da mulher na construção das diferenças.

Maria Filomena Gregori é antropóloga e pesquisadora do Pagu – Núcleo de Estudos de Gênero da Unicamp (Universidade Estadual de São Paulo).

GREGORI, Maria Filomena. “Delegacias de Defesa da Mulher de São Paulo e as instituições: paradoxos e paralelismos”. In DEBERT, Guita G.; GREGORI, Maria Filomena; e PISCITELLI, Adriana (orgs.). Gênero e Distribuição da Justiça: as delegacias de defesa da mulher na construção das diferenças. Coleção Encontros. Campinas: Pagu/Unicamp, 2006, p. 57-87.

Acesse na íntegra em pdf (203 KB): Delegacias de Defesa da Mulher de São Paulo e as instituições: paradoxos e paralelismos, por Maria Filomena Gregori

Saiba mais:
Política Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as mulheres
Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres
Rede de Atendimento às Mulheres em Situação de Violência