Em RR, ‘Ronda Maria da Penha’ deve combater violência contra a mulher (G1/Roraima – 20/08/2016)

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Projeto foi lançado pelo governo na sexta-feira (19) em Boa Vista. Lei Maria da Penha completa 10 anos de criação neste mês

O projeto ‘Ronda Maria da Penha’ foi lançado nesta sexta-feira (19) em Boa Vista. O projeto foi criado para auxiliar no combate à violência contra a mulher. A Lei Maria da Penha completou 10 anos de criação neste mês.

Conforme o governo do estado, o ‘Ronda Maria da Penha’ é realizado em parceria com o Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR).

Policiais que vão atuar no programa foram treinados para realizar um atendimento especializado (Foto: Reprodução/Rede Amazonica em Roraima)

Policiais que vão atuar no programa foram treinados para realizar um atendimento especializado (Foto: Reprodução/Rede Amazonica em Roraima)

Elaborado pela Coordenação de Políticas Públicas para as Mulheres da Secretaria Estadual do Trabalho e Bem-Estar Social (Setrabes), o Ronda Maria da Penha conta com um efetivo de oito policiais militares que irão acompanhar mulheres com medidas protetivas expedidas pela Justiça e atender pedidos de vítimas de violência.

Conforme o comandante da Polícia Militar, coronel Dagoberto Gonçalves, dois policiais sempre estarão na viatura do programa em policiamento constante.

“Eles terão como roteiro uma série de endereços cadastrados de mulheres que possuem medidas protetivas por estarem em situação de risco de violência. Isso obviamente não exclui o atendimento de outras emergências e situações em que sejam acionados”, disse Gonçalves.

Outro diferencial do programa, segundo o governo, é que os policiais que vão atuar no programa são da Companhia de Polícia Comunitária, e foram treinados em atendimento especializado, estando aptos a dar atenção diferenciada às mulheres.

Para o presidente do TJRR, Almiro Padilha, o projeto dará um ‘maior efetividade’ às decisões judiciais dadas com base na Lei Maria da Penha.

Ainda segundo o governo, a qualidade dos atendimentos será fiscalizada pela Setrabes. Assim, as mulheres atendidas farão avaliações sobre os atendimentos realizados. A secretaria também pretende formar um relatório com o perfil das mulheres atendidas.

Além disso, um grupo de trabalho com as instituições envolvidas no termo de cooperação também será responsável por auditar a atuação da PM.

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