Em Vitória Botão do Pânico é acionado 23 vezes em dois anos (Pref. Vitória – 23/07/2015)

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As mulheres vítimas de violência em Vitória contam com uma ferramenta de “peso” para driblar as agressões: o Botão do Pânico. Em dois anos e três meses de uso desse dispositivo, a Secretaria Municipal de Segurança Urbana (Semsu) já registrou 23 atendimentos.

Quando o botão é acionado, o sinal é enviado à Central de Videomonitoramento da Guarda Civil Municipal, que recebe as coordenadas do local onde o dispositivo foi disparado – através do GPS – e, prontamente, envia a Patrulha Maria da Penha para realizar o atendimento à vítima.

Em 2015, houve seis registros de acionamento do botão, usado pelas mulheres vítimas de violência doméstica e com medida protetiva concedida pela 1ª Vara Especializada em Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

No ano passado, o Botão do Pânico foi ligado oito vezes, sendo efetuadas quatro prisões. Em 2013, o dispositivo tocou nove vezes, e a Guarda Municipal fez cinco prisões dos acusados. Ao todo, são 60 dispositivos distribuídos entre as mulheres atendidas.

Proteção

Segundo a subsecretária municipal de Segurança Urbana, Luciana Fiorin, esse projeto é muito bem-sucedido. “Nosso objetivo é colaborar para reduzir os índices de violência doméstica com a proteção e atendimento imediato às mulheres que possuem esse dispositivo de segurança”, disse.

Prisão

Em 2015, em duas ocasiões, ambas no mês de março, os acusados foram detidos pelos agentes da Patrulha Maria da Penha da Guarda 24 horas. Uma foi no bairro Ilha de Monte Belo, quando o marido agressor foi detido em sete minutos, no dia 3 de março. A outra prisão ocorreu no bairro Resistência, no dia 20, quando a vítima foi abordada pelo agressor e ameaçada. Também em sete minutos a mulher foi socorrida pela Guarda 24 horas.

Parceria

Esse projeto é realizado por meio de uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Vitória e o Instituto Nacional de Tecnologia Preventiva (INTP). A Patrulha Maria da Penha conta com quatro viaturas, e cada uma das equipes carrega um smartphone do projeto, que é acionado assim que a vítima aciona o botão.

Yuri Barichivich

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