Ex-professor de música e funcionário público é condenado a 35 anos por estupro e pedofilia (Sul in foco – 15/03/2016)

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Adroaldo Borges, de 60 anos, foi preso no ano passado em flagrante pela Polícia Civil no Balneário Rincão

Um caso de pedofilia, descoberto pela Polícia Civil no começo do ano passado em plena Operação Veraneio no Balneário Rincão, teve desfecho na esfera judicial, pelo menos em primeira instância. O ex-funcionário e ex-professor voluntário de música, Adroaldo Borges, de 60 anos, conhecido como Gaúcho, foi condenado pela Justiça de Içara a 35 anos de prisão por estupro de vulnerável e pedofilia.

Na época, a investigação da Polícia Civil apontou e o Ministério Público reafirmou, através de denúncia, que quatro meninos, com idades entre 10 e 13 anos, tinham sido confirmados como vítimas do condenado. Denúncias chegaram a ser efetuadas ao Conselho Tutelar, ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), ao Ministério Público de Içara, e até ao Disque 100, que é o número da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Em 24 de fevereiro do ano passado, na casa do agora condenado, a Polícia Civil, por meio de mandado de busca e apreensão, encontrou vasto material pornográfico, como fotos das vítimas em atos sexuais salvas em um computador, filmes pornográficos, além de preservativos e lubrificantes. Um quadro na parede com a foto de uma das vítimas em situação sexual também foi localizado e chocou os policiais.

Adroaldo atuava como professor voluntário de música, e segundo a Polícia Civil, usava dessa condição para atrair as vítimas, todos meninos carentes que recebiam doces, brinquedos e até dinheiro, em troca de favores sexuais. O acusado segue no Presídio Santa Augusta.

Com informações de Talise Freitas / Rádio Eldorado com colaboração Lucas Lemos / Canal Içara

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