Falar sobre casos vividos ajuda no combate à violência contra a mulher, segundo especialista (R7 – 03/12/2015)

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterEmail this to someone

Movimentos civis integram a Primavera Feminista e incentivam denúncias

A visibilidade de casos de violência contra a mulher tem crescido com protestos realizados na rua e na internet. No último dia 25 foi iniciada a campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, que faz parte de um movimento. Ações como esta integram a chamada Primavera Feminista, que serve de um impulsionador da luta contra esse tipo de crime, de acordo com a especialista Leila Rebouças, do Fórum das Mulheres do Distrito Federal.

— As mulheres foram silenciadas por séculos. A gente precisa mudar a cultura da violência. Para isso, o caminho é a educação.

Desde o último mês, a exposição de casos de estupro e assédios sexuais ganhou maior visibilidade no Facebook, com relatos contados com o uso da hashtag #meuprimeiroassédio.

A delegada da Mulher, Cristina Melo Santiago destaca a importância de casos de violência passarem a ser discutidos e ganhar espaços públicos.

— Tiramos as discussões dos espaços privados e trouxemos para o [espaço] público. Começamos a nos reconhecer como uma sociedade violenta e machista que precisa caminhar muito.

Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher até 10 de dezembro. 16 dias de conscientização

Em março deste ano, foi sancionada a lei que coloca o feminicídio na lista de crimes hediondos e o considera homicídio qualificado. O Código Penal teve a inclusão deste tipo de crime, que consiste no assassinato de mulheres razões da condição de sexo feminino – entre os tipos de homicídio qualificado. A lei considera como razões de condição de sexo feminino violência doméstica e familiar, o menosprezo ou a discriminação contra a condição de mulher.

Acesse no site de origem: Falar sobre casos vividos ajuda no combate à violência contra a mulher, segundo especialista (R7 – 03/12/2015)