Informativo Compromisso e Atitude nº 3

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ESPECIAL SOBRE FEMINICÍDIO:

Como coibir a mais extrema violência contra as mulheres

Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher. Quase sempre cometido por homens contra as mulheres, suas motivações são o ódio, o desprezo ou o sentimento de perda da propriedade sobre elas. No País, a circunstância que mais preocupa representantes do Estado engajados em impedir a violência de gênero é a do feminícidio íntimo, aquele cometido em contexto de violência doméstica, em que há ou houve relação íntima ou de afeto entre assassino e vítima. São mortes que, na maioria das vezes, poderiam ser evitadas rompendo-se o ciclo de violência por meio de mecanismos previstos na Lei Maria da Penha. Outros contextos que caracterizam este crime são a prática de violência sexual, a mutilação ou tortura da vítima antes ou depois do assassinato.

Na terceira edição do Informativo Compromisso e Atitude, especialistas, acadêmicos, procuradores, defensores e representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário avaliam as conquistas e desafios na atuação do Estado para coibir essa grave forma de violência contra as mulheres no Brasil. Também discutem medidas necessárias para proteger a vida das mulheres no País, como a tipificação penal e adoção de protocolos de investigação. Confira.

O Informativo pode ser acessado em duas versões: eletrônica e para impressão (clique para baixar). Confira:

>> VERSÃO PARA IMPRESSÃO


>> VERSÃO ELETRÔNICA
(clique no texto para acessar a matéria na íntegra)

Informativo Eletrônico da Campanha Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha
Feminicídio: como coibir a mais extrema violência contra as mulheres
Diminuir taxa de assassinatos é grande desafio para o Estado brasileiroTipificação penal pode ajudar a dimensionar e enfrentar o problemaPolícia Civil do RJ cria portaria para orientar investigação de homicídios de mulheres
A última etapa do ciclo de violência contra a mulherEntrevista exclusiva: Ela Wiecko
Varas especializadas acompanham a primeira etapa da ação criminal no MT e PRAtuação da Defensoria na assistência às mulheres ajuda a evitar o assassinato
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