Justiça condena réu a 17 anos de reclusão por morte de professora universitária (TJPB – 29/09/2015)

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O júri aconteceu no Fórum Criminal da comarca da Capital

O Conselho de Sentença condenou o réu Gilberto Lyra Stuckert Neto a uma pena de 17 anos e seis meses de reclusão, em regime fechado, a ser cumprido em penitenciária estadual, por homicídio qualificado, pela morte da professora universitária e ex-companheira, Bríggida Rosely de Azevedo Lourenço. O fato aconteceu no dia 19 de julho de 2012, no apartamento da vítima, no bairro Jardim Cidade Universitária, na Capital. Ao réu, não foi dado o direito de apelar em liberdade.

A sessão de julgamento, presidida pelo juiz Marcos William de Oliveira, do 1º Tribunal do Júri da comarca da Capital, teve início às 9hs da manhã desta segunda-feira (28) e se encerrou no final da tarde do mesmo dia. O acusado foi denunciado pelo Ministério Público estadual, pelo crime de homicídio qualificado e aguardava o julgamento recolhido no Corpo de Bombeiros, em Marés, desde o dia 5 de março de 2013.

Tanto a defesa do réu quanto a acusação não pretendiam a absolvição do acusado, já que ele era réu confesso. A defesa advogava a tese de homicídio simples, onde a pena varia de 06 a 20 anos de reclusão, enquanto que a acusação, por homicídio triplamente qualificado, em que a pena varia de 12 a 30 anos de prisão. Mas prevaleceu a decisão do corpo de jurados formado por três mulheres e quatro homens.

Sobre o caso – De acordo com os autos, o acusado Gilberto Stuckert, por volta das 17h38, foi até o Apto. 203, do “Residencial Pétala”, localizado à Rua Professora Maria Lianza, nº 210, no Jardim Cidade Universitária, e assassinou, por estrangulamento, Briggida Rosely, há época com 28 anos de idade e sua ex-companheira, asfixiando-a por ação mecânica, provocando-lhe a morte naquele mesmo local, sem lhe dar qualquer chance de defesa.

Ainda de acordo com o que narram os autos, a motivação torpe do crime, teria sido o fato de que o réu estava inconformado com o término do relacionamento de 8 anos com o acusado, acontecido em meados de abril do corrente ano, após longo período em que viveram afastados, por ele estar trabalhando em Brasília e ela, ter permanecido em João Pessoa.

Por Clélia Toscano

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