‘Justiça pela Paz em Casa’ capacita profissionais da educação no Planalto Norte (TJSC – 27/08/2015)

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O juiz Gilmar Nicolau Lang, da comarca de Itaiópolis, acompanhou durante o dia de ontem (26/8) as atividades do encontro da campanha “Justiça pela Paz em Casa”, que teve a finalidade habilitar professores das redes de ensino municipal e estadual para atuação no programa. A ideia é capacitar 300 educadores daquele município, que atuarão como multiplicadores de ações educativas para enfrentamento da violência contra a mulher.

O magistrado destacou que os professores são os primeiros a serem procurados por crianças e adolescentes quando há situação de violência iminente ou já instalada na vida dos pequenos. Disse que a criação da Lei Maria da Penha é, sim, um avanço, assim como a iniciativa de mulheres atuantes como a desembargadora Salete Sommariva, coordenadora de Execução Penal e Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher ¿ Cepevid, que encampou a programação no Tribunal de Justiça em apoio às ações idealizadas pela ministra Cármen Lúcia, do STF.

Lang agradeceu a presença da secretária municipal de Educação, Fátima Regina Sonaglio Wielewski, do secretário de Saúde, Eliseu Gabardo, bem como de gestores e outros profissionais que prontamente aderiram à campanha em parceria com o Judiciário. Atuaram como palestrantes a psicóloga do Centro de Referência de Assistência Social, Sandra Carla Brandt, e a enfermeira Vanessa Correia, além de psicólogos e pedagogos engajados nas atividades durante o ano. O Ministério Público foi representado por Oriane Padilha.

A chefe de cartório Aurélia Madalena Zadorosny Pickcius falou sobre a Lei Maria da Penha e preceitos da ONU para definição da cultura da paz, que traz a prática da não violência por meio da educação como estratégia para a transformação da realidade social. O projeto prevê a capacitação da terceira turma, com 76 professores do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, no dia 1º de setembro, concluindo assim a meta de capacitação de 300 professores.

Foi lançada ainda proposta para cada professor construir com as turmas nos próximos meses, dentro de sua disciplina de atuação, uma série de materiais, pesquisas, curiosidades e estatísticas sobre a violência contra a mulher ao longo dos anos; os trabalhos serão apresentados em exposição aberta ao público em 25 de novembro, quando se comemora o Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher.

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