Mulheres baianas tiram dúvidas e ouvem orientação sobre violência doméstica em programa de rádio (TJBA – 05/04/2016)

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O Tribunal de Justiça da Bahia esteve em contato com mulheres baianas interessadas em saber como se proteger da violência doméstica. Foi no Programa A Voz das Mulheres, apresentado por Márcia Mendonça, na Rádio Excelsior da Bahia AM.

A desembargadora disse que os vários tipos de violência contra a mulher podem motivar queixa-crime e denúncias contra os agressores  (Foto: Divulgação)

A desembargadora disse que os vários tipos de violência contra a mulher podem motivar queixa-crime e denúncias contra os agressores (Foto: Divulgação)

Durante uma hora, nesta terça (5) os ouvintes estiveram em contato com a desembargadora Nágila Maria Sales Brito, representante da Coordenadoria da Mulher. Por telefone, facebook e twitter, enviaram perguntas e obtiveram respostas no ar.

“Qual o melhor caminho para proteger-se da violência, quando o homem ameaça usar a força?”, perguntou a ouvinte Rita de Cássia. A desembargadora recomendou que fazer a denúncia na delegacia mais próxima é o meio mais rápido e eficiente.

Também professora da Universidade Católica do Salvador, a desembargadora Nágila assumiu o tom docente ao explicar para uma ouvinte como se caracterizam os diversos tipos de violência.

Não é só a violência física, a mais visível. “Há também as violências psicológica, sexual, patrimonial e moral”, explicou, no ar. Uma das alunas de Nágila produziu o Trabalho de Conclusão de Curso demonstrando os efeitos da violência psicológica.

Qualquer conduta entendida como calúnia, difamação ou injúria é entendida como violência moral e pode justificar um processo a partir de uma queixa-crime apresentada em delegacia especializada de atendimento a mulher.

Os tipos de assédio também podem motivar processo, como a intimidação e a chantagem, além é claro, do sexual, muito comum em ambientes de trabalho controlados por homens.

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