Mutirão em Belém analisa processos de violência doméstica (G1/Pará – 23/11/2016)

A expectativa é que 150 processos sejam analisados até a sexta-feira, 25. Casos nos bairros do Jurunas, Marambaia, Coqueiro, Tapanã são prioridade

A coordenação do Mutirão de Processos de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher prossegue até esta sexta-feira (25) com os trabalhos da 3ª edição do Projeto Mutirão de Bairros, com juízes, promotores, defensores e técnicos judiciários das três Varas de Violência Doméstica de Belém. O foco, desta vez, é dar andamento aos processos envolvendo os bairros do Jurunas, Marambaia, Coqueiro, Tapanã e adjacências.

O objetivo do projeto é acelerar a prestação jurisdicional a mulheres vítimas de violência doméstica, analisando os processos por bairros que registram maior incidência de casos. A expectativa é de que cada Vara possa movimentar cerca de 10 processos ao dia, totalizando ao longo da semana 150 processos.

No total, 2.630 feitos foram analisados nas edições anteriores do Mutirão de Bairros, que ocorreram nos meses de junho e de setembro, alcançando os bairros do Guamá, Pedreira e Marco.
Participam da ação os juízes Rubilene Silva do Rosário, titular da 1ª Vara, o juiz substituto Lucas de Jesus, que responde pela 2ª Vara e o juiz Otávio Cavalcante, titular da 3ª Vara. Os promotores que estão atuando no mutirão são Antônio Lopes Maurício, Sandro Garcia de Castro, Mário Brasil e Marco Aurélio Nascimento. Pela defensoria atuam Felícia Fiuza Nunes e Fábio Rangel além de advogados que comparecem com os envolvidos no processo.

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