Palestras e diálogos encerram campanha de “Conscientização e Prevenção à Violência Doméstica e Familiar contra à Mulher” (TJAC – 04/11/2016)

Quase 400 homens e mulheres participaram das palestras e diálogos, que aconteceram nas unidades feminina e masculina da Apadeq.

O combate à violência doméstica envolve várias ações e seguindo esta missão cotidiana a Vara de Proteção à Mulher da Comarca de Rio Branco realizou durante cinco meses a Campanha de “Conscientização e Prevenção à Violência Doméstica e Familiar contra à Mulher”, promovendo palestras, rodas de conversas e esclarecimentos, nas casas de acolhimento da Capital.

A ação iniciada em junho deste ano encerrou na manhã desta sexta-feira (4), com uma roda de conversa entre a equipe da unidade judiciária e as mulheres amparadas na Associação de Parentes e Amigos de Dependentes Químicos (Apadeq).

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Durante o encerramento, conduzido pela juíza de Direito Shirlei Hage, titular da Vara de Proteção à Mulher da Comarca de Rio Branco, ocorreu a apresentação das mulheres, café da manhã e uma roda de conversa, na qual as mulheres compartilharam um pouco das suas histórias de vida com a equipe do judiciário que era composta por psicóloga, assistente social e outros servidores.

A magistrada reconheceu a importância do trabalho que procura por meio do dialogo e da disseminação de conhecimentos empoderar as mulheres. “Esse trabalho tem intuito de levar ajuda, esclarecimento sobre questões de violência contra mulher. Na Vara estamos desempenhando um trabalho de proteção a mulher, para que a mulher se empodere, se sinta protegida e também mais forte para enfrentar as dificuldades e as violências cometidas contra as mulheres”, afirmou a juíza Shirlei Hage.

Ciclos de palestras e diálogos

Com as atividades foram atendidas por volta de 399 pessoas, entre homens e mulheres que participaram das palestras e diálogos, que aconteceram nas unidades feminina e masculina da Apadeq, na Comunidade Arco-Íris, nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) da Sobral, do São Francisco e do Calafate, além de uma palestra na sede da OAB/Acre para acadêmicos de direitos.

Ao longo da campanha, a equipe da Vara de Proteção à Mulher, somado ao trabalho diário executado na unidade judiciária, também efetuou essa ação de prevenção, disseminando informações, instigando reflexões e indo ao encontro das pessoas. É a Justiça que vai ao encontro daqueles que precisam, conversando e dialogando, como disse a psicóloga da unidade judiciária Cleudina Gomes.

“É uma satisfação estarmos aqui hoje, encerrando essa campanha, pois saímos e viemos até vocês para conversarmos, prestarmos esclarecimentos a respeito desta questão. É algo diverso, que quebra o paradigma da Justiça longe, porque com esse corpo a corpo, com essa roda de conversa procuramos mostrar o quão é importante sabermos mais sobre a Lei Maria da Penha”, ressaltou a psicóloga.

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