Patrulha Maria da Penha encerra Semana da Mulher no Acre com ação de conscientização a estudantes

Com o objetivo de informar sobre suaa função e esclarecer aos jovens sobre os tipos de violência que podem ser praticados, as equipes da Patrulha Maria da Penha realizaram uma ação de conscientização na manhã desta sexta-feira, 13, no Colégio Estadual Barão do Rio Branco. A atividade encerra a programação da Semana “Nós que Lutemos”, promovida pela Polícia Militar do Acre (PMAC), em alusão ao Dia Internacional da Mulher.

Os policiais militares que realizam esse trabalho na capital abordaram os alunos no momento da entrada para as aulas, e também alguns transeuntes e funcionários. Além de explicar sobre o assunto, eles entregaram material informativo sobre os cinco tipos de violência existentes: física, psicológica, sexual, moral e patrimonial.

Alunos recebem orientações e material informativo sobre violência contra a mulher Foto: Francilene Moura/PMAC

Dona Eva Mota, arquivista do CEBRB, considera importante ações como essa, pois esclarece acerca dos direitos das mulheres. “Acho importante porque eu, pelo menos, não sabia, pensava que era só a violência física que fazia parte da Lei Maria da Penha. Agradeço a iniciativa de informar para a gente quais os nossos direitos”, disse.

A Patrulha Maria da Penha acompanha não apenas mulheres, mas também pessoas da comunidade LGBT+, vítimas de um ou mais desses tipos de violência, e que estejam sob medidas protetivas.

As Violências

Muito se fala em violência contra a mulher, apesar de que os tipos mais conhecidos são a física, que envolve agressões que prejudiquem a saúde ou a integridade corporal da vítima, e a psicológica, que causa danos à saúde mental e à autoestima. Mas, você conhece as outras práticas de violência?

Em resumo, a violência sexual existe quando há constrangimento, intimidação ao presenciar, ou ameaça, coação e/ou uso da força, para manter ou participar de relação sexual. Já a violência moral é aquela desencadeada de ações como difamação, calúnia, injúria ou outras que prejudiquem a imagem da vítima.

Existe ainda a violência patrimonial, que constitui, entre outras situações, em se apossar de objetos, destruir pertences pessoais, ou mesmo ameaçar a vítima a transferir dinheiro ou bens para o agressor.

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