Paz doméstica ganha força na campanha de ativismo no Dia Nacional da Baiana de Acarajé (TJBA – 25/11/2015)

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O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia marcou com uma mesa redonda, no Fórum Regional do Imbuí, o primeiro dia da campanha de ativismo com o objetivo de denunciar as várias formas de violência contra a mulher.

A desembargadora Nágila Maria Sales Brito, responsável pela Coordenadoria da Mulher do Tribunal, destacou a ampliação da estrutura judiciária, que saltou de duas varas especializadas de combate a violência doméstica para seis, em apenas um ano.

A coordenadora compôs a mesa com a juíza Ana Cláudia, da 2ª. Vara de Violência Doméstica contra a Mulher, a secretária de Políticas para as Mulheres do governo baiano, Olívia Santana, e a representante da prefeitura de Salvador, Maria Luisa Passos.

Em seguida, a desembargadora Nágila Maria Sales Brito participou de uma missa, na Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no Centro Histórico. A desembargadora comemorou o Dia Nacional da Baiana de Acarajé, junto às vendedoras de quitutes de origem africana. “Precisamos curar a suposta superioridade masculina, um mal social que precisa ser eliminado”, disse ela.

Ainda como parte do primeiro dia da campanha, as mulheres dirigiram-se à Praça da Cruz Caída, próxima à Praça da Sé, onde foi realizado um ato para lembrar que o acarajé é patrimônio cultural do Brasil.

Para as mulheres baianas, esta iguaria tem importância porque, ao saírem das senzalas, após proclamada a abolição da escravatura, a venda do bolinho de feijão possibilitou a sobrevivência das trabalhadoras que não foram preparadas para a libertação.

Ascom TJBA

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