Pelo menos 21 casos de ‘feminicídio’ já foram registrados em 2016, aponta delegada de Paranamirim

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterEmail this to someone

(Agora RN, 17/08/2016) A delegada Paoulla Maués defende que as medidas de protetivas de urgência, quando aplicadas, previnem o feminicídio. Ela afirma que o aplicativo que auxiliará o Poder Judiciário a fiscalizar o cumprimento de medidas protetivas de urgência, garantindo a efetividade da decisão judicial, ao dar à vítima meios de acionar a Polícia em situações de violência doméstica e familiar é mais uma forma de fiscalizar e prevenir a violência contra a mulher.

“Se entendermos que o agressor vai se sentir mais fiscalizado e a mulher mais encorajada, porque está se sentindo amparada pelo Estado, vamos conseguir sim reduzir esses números”.

A titular da DEAM de Parnamirim aponta que dos 21 casos de feminicídio ocorridos em 2016 – segundo levantamento do Observatório de Violência do RN – em apenas três casos as vítimas haviam procurado antes a Delegacia da Mulher para registrar a ocorrência. Em apenas um desses casos, a vítima teve medida protetiva aplicada anteriormente, mas permitiu a reaproximação do agressor.

Acesse no site de origem: Pelo menos 21 casos de ‘feminicídio’ já foram registrados em 2016, aponta delegada de Paranamirim (Agora RN, 17/08/2016)