Pesquisa indica uso crescente das redes sociais para promover violência contra mulheres (Extra – 26/05/16)

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Na semana em que o estupro de uma adolescente no Rio e a disseminação do vídeo do crime na internet chocou o país, um estudo expôs a dificuldade das plataformas digitais lidarem com os crescentes abusos cometidos nas redes sociais contra mulheres. A pesquisa contabilizou que mais de um milhão e meio de tweets continham as ofensas “puta” ou “piranha”.

A pesquisa foi desenvolvida pela empresa britânica Demos, apenas na Inglaterra e durante três semanas, começando em abril, e revelou, ainda, que metade dos tweets com insultos misógenos eram enviados por mulheres. Houve crescimento desta prática criminosa desde o primeiro estudo, publicado em 2014.

O estudo também destaca que o problema não é exclusivo do Twitter, o site foi apenas o objeto de estudo. Por outro lado, o diretor de segurança do Twitter na Europa, Ásia e Oriente Médio disse que a grande ambição da rede social é transformar a força de engajamento das pessoas para empoderar mensagens positivas e combater preconceitos.
Inclusive, o próprio CEO da empresa, Dick Costolo, já havia admitido, no ano passado, que combater a disseminação de quaisquer discursos de ódio ainda é o maior desafio da rede social.

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