Série mostra números e relatos de mulheres vítimas de violência; reveja (G1/Rio Grande do Sul – 29/11/2015)

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G1 mostrou em seis matérias o avanço do crime no Rio Grande do Sul. Três mulheres que sofreram agressões contaram suas histórias em vídeos

Na semana do Dia de Combate à Violência Contra Mulheres, marcado mundialmente pelo dia 25 de novembro, o G1 RS publicou a série de reportagens Marcas da Violência, que retrata o avanço das agressões a mulheres no Rio Grande do Sul.

Foram seis reportagens com números, entrevistas com especialistas e depoimentos de jovens estudantes que recentemente tiveram de escrever sobre o tema na prova de redação do Enem. E, principalmente, relatos em vídeos de três mulheres gaúchas que sofreram agressões psicológicas e físicas, mas conseguiram recomeçar a vida.

Confira abaixo um resumo de cada reportagem. Para ler a íntegra, clique sobre os links.

Judiciário registra aumento de processos de violência contra a mulher (Foto: Joyce Heurich/G1)

Judiciário registra aumento de processos de violência contra a mulher (Foto: Joyce Heurich/G1)

Justiça do RS registra mais de 58 mil medidas protetivas em 2015

A primeira matéria da série esboçou o cenário da violência contra a mulher no estado. Dados do Judiciário mostram que, até meados de outubro, 58 mil solicitações de proteção foram feitas por mulheres.

O relatório da Secretaria de Segurança Pública, por sua vez, aponta aumento de 51% nas tentativas de homicídio de 2013 para este ano. Há dois anos foram 116, um ano depois o número subiu para 140 e, em 2015, chegou a 176. Houve, no entanto, redução nos homicídios: 40 de janeiro a julho de 2015, o mesmo número no período em 2014 e, em 2013, foram mais casos: 55. O relatório do segundo semestre ainda não foi divulgado.

Clique aqui para ler a íntegra da reportagem e ter acesso a outros dados.

Rosane superou sofrimento após procurar centro de apoio a mulheres (Foto: Joyce Heurich/G1)

Rosane superou sofrimento após procurar centro de apoio a mulheres (Foto: Joyce Heurich/G1)

‘É difícil sair’, diz mulher envolvida há 10 anos na teia da violência

Rosane Oliveira da Silva, de São Leopoldo, hoje com 51 anos, relatou sua longa história de sofrimento, que foi superada após cerca de 10 anos. Agredida pelo marido, ela seguiu ao lado dele, entre outros motivos, porque dependia financeiramente dele.

Só conseguiu se livrar da violência doméstica quando procurou um centro de apoio a mulheres na cidade em que vive.

Clique aqui para ler a íntegra da reportagem e assistir ao vídeo.

Carol participa de coletivos e movimentos feministas (Foto: Arquivo pessoal/Carol Santos)

Carol participa de coletivos e movimentos feministas (Foto: Arquivo Pessoal/Carol Santos)

Paraplégica por tiro do ex, mulher refaz a vida e milita contra violência

Elisandra Carolina dos Santos ficou paraplégica após ser atingida por um tiro disparado pelo ex-namorado, em 2000. Hoje com 34 anos, não caminha desde os 17. Retomou a vida após passar por um sofrimento que lembra a tragédia encarada em 1983 pela cearense Maria da Penha Maia Fernandes. Ela dá nome à lei de combate a violência doméstica no Brasil que passou a vigorar em 2006.

Carol Santos, como gosta de ser chamada, tornou-se ativista e vive com o filho de dois anos e quatro meses.

Clique aqui para ler a reportagem completa e assistir ao vídeo.

Rose convive com as cicatrizes da violência, mas se vê como uma vencedora (Foto: Maria Polo/G1)

Rose convive com as cicatrizes da violência, mas se vê como uma vencedora (Foto: Maria Polo/G1)

Mulher carrega no corpo cicatrizes e dores de anos de violência doméstica

A história da diarista Rosemeri Rodrigues Correa, 38 anos, tem cicatrizes deixadas por diversos homens. Dentro de casa e em diferentes fases da vida. Desde abuso sexual, pelo padrasto, à violência doméstica, pelo marido, ela só encontrou segurança depois de passar por uma casa de apoio a mulheres.

Hoje, com quatro filhos e em um casamento estável há 12 anos, ela se descreve como uma vencedora.

Clique aqui para saber mais sobre a história de Rose e assistir ao vídeo.

Estudantes falam sobre violência contra a mulher (Foto: Reprodução)

Estudantes falam sobre violência contra a mulher (Foto: Reprodução)

VÍDEO: gaúchos que fizeram Enem opinam sobre violência contra mulher

Com o tema “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”, a redação do Enem deste ano gerou debate e também polêmica pelo país, principalmente nas redes sociais, onde o assunto foi bastante comentado. No Rio Grande do Sul, não foi diferente.

Por isso, o G1 RS foi até um cursinho pré-vestibular em Porto Alegre, passadas cerca de duas semanas da prova, para ouvir estudantes e uma professora sobre o tema da redação. A maioria dos entrevistados relatou que conhece mulheres que sofreram violência.

Clique aqui para assistir ao vídeo saber o que pensam jovens estudantes.

Mulheres são recebidas no Juizado especializado em Porto Alegre (Foto: Joyce Heurich/G1)

Mulheres são recebidas no Juizado especializado em Porto Alegre (Foto: Joyce Heurich/G1)

Saiba como denunciar casos de violência contra mulher no RS

A última reportagem da série mostrou os diversos meios que existem para denunciar casos de violência. Entre eles estão delegacias e juizados especializados, grupos de apoio, Brigada Militar, com a patrulha Maria da Penha, entre outros. Também apresentou o trabalho de comissões que buscam soluções ao problema no Poder Público, com debates e projetos.

Todos os especialistas entrevistados falam sobre a importância da denúncia. As mulheres que relataram suas histórias também orientam outras pessoas que estejam passando pelo problema a buscarem ajuda, não somente denunciando, mas também procurando apoio em centros de acolhimento.

Clique aqui e confira os caminhos para denunciar e buscar ajuda.

Tatiana Lopes e Rafaella Fraga – colaboraram Joyce Heurich e Maria Polo.

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