TJ participa de evento relacionado ao Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher (TJRN – 20/10/2015)

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O Tribunal de Justiça participou com a equipe da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, do evento alusivo ao Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher e ao Dia da Menina, que foi realizado no período das 08 às 16 horas, no Centro Educacional Dom Bosco, localizado na Av. Guaratinguetá, 715, Conjunto Gramoré, Zona Norte de Natal, no sábado (17).

A participação do Poder Judiciário estadual no evento, que é promovido pela Defensoria Pública do Rio Grande do Norte, pela Plan Internacional Brasil e pelo Centro Educacional Dom Bosco, ocorreu com a prestação de serviços no Platão Judiciário pela juíza Fátima Soares, que é representante da Coordenadoria de Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar.

O evento é uma primeira ação do Programa Mulher Viver com Dignidade, que foi lançado na Assembleia Legislativa na última sexta-feira (16) e tem por objetivo fomentar Políticas Públicas que viabilizem direitos das mulheres e das meninas em situação de violência doméstica e familiar, integrando as ações tanto no município do Natal, como no Estado do Rio Grande do Norte.

Segundo a magistrada Fátima Soares, foi promovida uma ação de cidadania para a população daquela região que incluiu inúmeros serviços, como atendimentos e exames médicos (mamografia), assistência social, psicologia, ITEP, SESI, palestras com tema vinculados à violência doméstica e educação feminina e diversas apresentações culturais.

Atendimentos

A juíza coordenadora disse que, durante o plantão jurídico, foram atendidas em torno de mil pessoas que procuraram o Poder Judiciário para os mais diversos atendimentos, não apenas em relação ao tema do evento. Ela disse que a atuação da Coordenadoria priorizou ação realizada no sábado no Centro Educacional Dom Bosco porque atendeu a uma população que é bastante carente.

A magistrada também destacou a importância do envolvimento das instituições, já que estimula a amplitude do Poder Judiciário compartilhando práticas vitoriosas, no sentido de minimizar a violência doméstica e familiar.

“Minimizar o sofrimento das mulheres vítimas da violência doméstica e familiar em todas as áreas se trata de uma causa em que a responsabilidade é solidária entre as instituições e a sociedade civil como um todo. Por isso, o Poder Judiciário não pode se eximir de partilhar de forma efetiva promovendo a paz social em nossa sociedade”, opinou a juíza.

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