Um reforço no programa de amparo às vítimas de violência no DF

Rede de saúde do DF ganha centros especializados, que passam a contar com equipes multidisciplinares

O Governo do Distrito Federal deu mais um passo para fortalecer a assistência às vítimas de violência com a reformulação do Programa de Pesquisa, Assistência e Vigilância às Violências (PAV). Conforme publicado na Portaria nº 942, da edição do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (22), o PAV passa a se chamar Centro de Especialidades para a Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepav).

“O DF inova e estabelece uma política pública de estado para atender as vítimas de violência sexual, familiar e doméstica”, explica a psicóloga Fernanda Falcomer, gestora da temática da violência na Secretaria de Saúde. “O PAV deixa de ser programa e passa a ser uma unidade assistencial, com equipe de especialistas e atribuições definidas.”

O novo Cepav está presente nas sete regiões de saúde do DF e totaliza 18 unidades. Toda a rede pública de saúde está apta a identificar, acolher, notificar e atender as pessoas em situação de violência. Nas unidades deste centro, o atendimento é multidisciplinar, prestado por meio de uma abordagem biopsicossocial. Estão disponíveis assistente social, profissionais de enfermagem, psicólogo, técnico administrativo, ginecologista, pediatra e psiquiatra.

Atribuições

 Além da alteração de nomenclatura, a publicação da portaria no DODF fortalece a rede de assistência e esclarece as atribuições dos centros, que têm a função de promover o acolhimento e a atenção integral, na esfera ambulatorial, para pessoas submetidas a situações de violência.

 O documento formaliza as demais atribuições do Cepav, como a elaboração e divulgação de material educativo, ações de educação permanente sobre o tema para os profissionais de saúde e articulação da rede intra e intersetorial.

​Agência Brasília, com informações da SES

Acesse no site de origem: Um reforço no programa de amparo às vítimas de violência (Agência Brasília/GovDF – 22/11/2019)